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	<title>FENAFAR E SINDICATO EM AÇÃO &#8211; Site Antigo</title>
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	<description>Sindicato dos Farmacêuticos do Estado do Rio de Janeiro</description>
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		<title>Projeto de avaliação do Qualifar-SUS será coordenado pela ENF</title>
		<link>https://sinfaerj.org.br/old/projeto-de-avaliacao-do-qualifar-sus-sera-coordenado-pela-enf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Légora]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Sep 2021 13:57:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FENAFAR E SINDICATO EM AÇÃO]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma parceria entre a Escolha Nacional dos Farmacêuticos com a Opas, Conasems, Conass e Ministério da Saúde realizam o Projeto Avaliação e Fortalecimento da Assistência Farmacêutica no Qualifar-SUS. O projeto tem por objetivo identificar os avanços alcançados na estruturação e organização da Assistência Farmacêutica nos municípios. O projeto foi lançado oficialmente em live realizada no dia 24 de agosto, que contou com a participação da coordenadora do projeto, Silvana Nair Leite, que é coordenadora da Escola Nacional dos Farmacêuticos, de Ediane Bastos, Diretora do Departamento de Assistência Farmacêutica do Ministério da Saúde, de Heber Bernarde, representando o CONASS, André Ulysses, representando a Organização Pan-Americana de Saúde – OPAS, Elton Chaves, representando o Conasems. Ediane Bastos fez uma breve apresentado do programa Qualifar-SUS, criado em 2012 para aprimorar e integrar as atividades de Assistência Farmacêuticas nas ações de saúde.&#160;O programa possui mais de 3500 municípios atendidos e foram destinados mais de 400 milhões de investimento para as ações do programa.&#160; Com o objetivo de desenvolver um diagnóstico mais detalhado sobre a evolução dos serviços de Assistência Farmacêutica nos municípios contemplados pelo Qualifar-SUS, o Projeto vai identificar as características da organização da Assistência farmacêutica nos municípios habilitados no eixo Estrutura do Qualifar-SUS e as suas necessidades, para subsidiar melhorias no programa e melhores condições de apoio para o desenvolvimento da Asssitência farmacêutica municipal. O projeto A coordenadora do projeto e da Escola Nacional dos Farmacêuticos, Silvana Nair Leite,&#160;apresentou conceitos e pressupostos&#160;que vão orientar o desenvolvimento da pesquisa, que será realizada em uma amostra de 1200 municípios contemplados pelo Qualifar-SUS. Um dos conceitos importantes é o da Assistência Farmacêutica como política indispensável para a garantia do direito à saúde das pessoas.&#160;&#160;“A AF é um tema de grande impacto social, de interesse da sociedade, e já reconhecido como tema amplo que inclui questões financeiras, organizacionais, que envolvem a participação social e o papel do farmacêutico”, destaca Silvana. Ela ressaltou que o próprio Qualifar-SUS já foi desenvolvido assumindo a definição de AF estabelecida pela Política Nacional de Assistência Farmacêutica de 2004, “ao realizar o financiamento não apenas de medicamentos, mas também de estruturação de serviços. Um Entendimento ampliado de AF. Assume que o resultado do acesso e uso adequado de medicamentos é alcançado por meio de organização da AF municipal envolvendo força de trabalho, estrutura física, equipamentos etc.”. Outro pressuposto importante para o projeto é o de que a Assistência Farmacêutica municipal se caracteriza como um sistema sócio-técnico aberto, inserido no sistema social e político do sistema municipal de saúde e, portanto, “possuí componentes técnicos e componentes sociais e tem o farmacêutico como peça chave desse sistema”, disse Silvana. Silvana apresentou alguns dados da Pesquisa Nacional de Acesso e Uso Racional de Medicamentos (PNAUM) que são importantes de serem considerados para a formatação do projeto. “O PNAUM que ocorreu entre 2014 – 2015 identificou um alto acesso aos medicamentos da Atenção Básica no Brasil. 47% da população que tinham prescrições para as principais doenças crônicas adquiriam a maior parte desses medicamentos nas unidades básicas de saúde. Esse dado é muito relevante”, destacou. Mas a despeito disso, a PNAUM também identificava nos municípios características de uma infraestrutura deficitária, baixa informatização dos serviços, problemas estruturais das unidades de dispensação, entre outros. Outro dado relevante trazido pela coordenadora do projeto é que 90% dos municípios tinham o farmacêutico como gestor da Assistência Farmacêutica, e também um crescimento expressivo do número de farmacêuticos atuando na atenção básica.&#160;&#160; “Outro pressuposto é que a gestão é um processo técnico, político, social capaz de produzir resultado. No caso da AF o resultado esperado é que as pessoas tenham acesso aos medicamentos que precisam, o que envolve ações operacionais, condições organizacionais e ações pra a sustentabilidade para proporcionar acesso e uso racional de medicamentos”, destacou. Além disso, é fundamental ter como pressuposto a compreensão de que a qualificação para a força de trabalho na Assistência Farmacêutica produz resultados que impactam positivamente os serviços de saúde, dependendo das condições de trabalho, estruturais e políticas efetivas desenvolvidas no local. A partir desse quadro geral de pressupostos, Silvana apontou que o projeto Avaliação e Fortalecimento da Assistência Farmacêutica no Qualifar-SUS vai ter o objetivo de identificar os avanços alcançados na estruturação e organização da AF nos municípios, a partir das necessidades atuais e das permanentes, e apontar o que é preciso enfrentar para fortalecer e aprimorar o Qualifar-SUS. Como participar O levantamento dos indicadores será feito por pesquisa que acontecerá em 3 etapas. A primeira etapa, em andamento, é a elaboração de protocolo de indicadores para diagnóstico da Assistência Farmacêutica municipal. A Etapa 2 será a elaboração de banco de dados secundários dos municípios habilitados ao Eixo Estrutura do Qualifar-SUS. E a Etapa 3 será a coleta de dados. A coleta de dados será centrada no farmacêutico responsável ou gestor da AF que vai preencher o cadastro da pesquisa. Os interessados podem fazer o pedido ou atualização de cadastro pelo e-mail:&#160;qualificaaf.municipios@escoladosfarmaceuticos.org.br A pessoa responsável deve aderir com o termo de consentimento e responsabilidade e o preenchimento será por formulário eletrônico ou por entrevista online. A divulgação será por dados agregados, não serão publicados dados individualizados. O site do projeto –&#160;www.qualificaaf.org.br&#160;será lançado no dia 08 de setembro. Assista, abaixo, a íntegra da live de lançamento&#160; Da redaçãoPublicado em 30/08/2021]]></description>
		
		
		
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		<title>“Exigir a transparência é fundamental”, diz Jarbas Barbosa sobre monopólio da indústria de medicamentos</title>
		<link>https://sinfaerj.org.br/old/exigir-a-transparencia-e-fundamental-diz-jarbas-barbosa-sobre-monopolio-da-industria-de-medicamentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Légora]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Aug 2021 23:47:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FENAFAR E SINDICATO EM AÇÃO]]></category>
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					<description><![CDATA[Aula inaugural do Projeto Integra discute barreiras ao acesso de medicamentos e tecnologias de saúde. Especialista alerta para a necessidade de transparência sobre os lucros exorbitantes desse setor da economia. Direito à Saúde, acesso amplo à tecnologias, preços acessíveis e uso racional de medicamentos estiveram entre os assuntos apresentados na aula inaugural do Projeto Integra, na sexta-feira (6/08). Com a temática Direito à Saúde: Custo, Valor, Preço de Tecnologias e Barreiras de Acesso, a aula virtual foi promovida pelo vice-diretor geral da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), Jarbas Barbosa. Profissionais e gestores da Saúde, conselheiros, movimentos sociais e pesquisadores estão entre os estudantes do projeto, que é promovido pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS), Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) e Escola Nacional dos Farmacêuticos (ENF). A cada semana, o público estudará uma temática diferente para discutir alternativas de enfrentamento aos problemas de saúde no Brasil. Na aula inaugural, o vice-diretor geral da Opas destacou a importância da transparência de custos e preços no mercado, para melhorar o acesso a medicamentos. Ele cita estudo produzido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que aponta que a rentabilidade média de 99 medicamentos incluídos na análise foi de U$ 14,5 para cada U$ 1 investido em desenvolvimento e pesquisa.&#160; “Se não tivermos transparência para identificar o que seria realmente uma remuneração justa pelo custo de desenvolvimento, se torna praticamente impossível para os sistemas de saúde definirem o que seria um preço acessível para eles. Exigir a transparência é fundamental para conhecermos o quanto está indo, de fato, para pesquisa e quanto para lucros astronômicos”, avalia Jarbas. “Direito é um bem material e, se é um bem material, precisamos conhecer o seu custo, seu preço, seu valor e todas as relações que estão envolvidas na sua produção. É fundamental compreender as contradições e os interesses que estão colocados em torno disso”, completa o presidente da Federação Nacional dos Farmacêuticos, Ronald dos Santos. Monopólio e falta de competitividade O pesquisador da Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz (ENSP/Fiocruz) Jorge Bermudez, ressalta o papel nocivo dos monopólios e da falta de competitividade como barreiras de acesso aos medicamentos. Para ele, esse confronto, embora presente no campo da Saúde Pública global há décadas, certamente foi acirrado na pandemia.&#160; “Esse direito à Saúde está sendo atropelado e violentado com o que estamos chamando de Apartheid das Vacinas. Enquanto países centrais estão vacinando adolescentes e discutindo uma terceira dose, temos países periféricos que não receberam vacina para profissionais de Saúde que estão na linha de frente. Isso é um absurdo”, afirma Bermudez.&#160; Comunicação O conselheiro nacional de saúde e integrante da mesa diretora do CNS Moysés Toniolo destacou em sua fala a importância de uma comunicação mais direta e acessível com a sociedade. Para ele, é preciso falar da assistência farmacêutica de uma maneira mais adequada e prática para toda a população, para que as pessoas entendam o quanto ela é importante.&#160; “Se a gente consegue falar para a população que é preciso o uso racional de qualquer medicamento baseado em evidências, a gente traz o real valor da tecnologia, ou seja, como o desenvolvimento de uma tecnologia serve especificamente para salvar vidas e não simplesmente para obter lucros para a indústria farmacêutica”, avalia. “Temos dados sobre o impacto para a população brasileira dos programas que compõem a assistência farmacêutica, que possibilita o acesso a todos os medicamentos do SUS. É uma grande vitória do povo brasileiro, mas muitas vezes as pessoas não têm dimensão disso e do quanto não é comum, já que não se pode contar com uma política pública assim em qualquer lugar do mundo”, completa a coordenadora geral da Escola Nacional dos Farmacêuticos (ENF), Silvana Nair Leite, ao destacar os programas da assistência farmacêutica no Brasil. Projeto Integra O objetivo do Projeto Integra é construir uma rede de lideranças que devem contribuir para a construção de melhores condições para o enfrentamento aos problemas de saúde, em especial os gerados pela pandemia de Covid-19.&#160; O projeto recebeu mais de 1.800 inscritos e é oferecido, atualmente, para cerca de 400 alunos, que terão aulas sobre a produção e acesso às vacinas, testagem e rastreamento de contatos na pandemia, desabastecimento em medicamentos, Atenção Básica e Vigilância em Saúde. &#62; Assista a aula inaugural do Projeto Integra]]></description>
		
		
		
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		<title>7 anos da Lei 13.021! A farmácia é estabelecimento de saúde. Assista</title>
		<link>https://sinfaerj.org.br/old/7-anos-da-lei-13-021-a-farmacia-e-estabelecimento-de-saude-assista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Légora]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Aug 2021 19:21:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FENAFAR E SINDICATO EM AÇÃO]]></category>
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					<description><![CDATA[Há sete anos, em 08 de agosto de 2014, era sancionada a Lei 13.021, que reconhece a Farmácia como Estabelecimento de Saúde. Uma lei que é fruto de 30 anos de luta intensa da Federação Nacional dos Farmacêuticos e outras organizações, que mobilizou não só a categoria, mas também a sociedade. Lembrar desta data é fundamental neste momento de desmonte de direitos e políticas públicas. Essa luta começou há mais de 30 anos, quando a então senadora Marluce Pinto apresentou projeto de lei acabando com a obrigatoriedade da presença do farmacêutico nas farmácias e uma série de outras medidas que tinha, como pano de fundo, uma visão mercadológica da saúde e do medicamento. Desde então, a ofensiva do setor privado sobre o medicamento cresceu na sociedade. Inúmeros projetos, além daquele, surgiam para transformar a farmácia em simples conveniência e até mesmo, em outras oportunidades, permitir que os medicamentos fossem vendidos em supermercados.&#160;Acesse aqui a linha do tempo da campanha Farmácia Estabelecimento de Saúde, que conta cada episódio da luta até a sanção da Lei 13.021/2014 Nesta data, a Fenafar relembra, em vídeo, uma parte dessa história. A memória da luta de um povo é essencial para nos manter firmes no propósito de defender nossas conquistas e impedir retrocessos. Na verdade, é combustível para nos incentivar a seguir lutando por mais direitos. Assista ao vídeo]]></description>
		
		
		
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		<title>Rede de luta antimanicomial divulga nota contra curso da Estácio</title>
		<link>https://sinfaerj.org.br/old/rede-de-luta-antimanicomial-divulga-nota-contra-curso-da-estacio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Légora]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Aug 2021 16:27:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FENAFAR E SINDICATO EM AÇÃO]]></category>
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					<description><![CDATA[Quase 200 entidades e organizações nacionais, entre as coisas a Federação Nacional dos Farmacêuticos, divugaram nota de repúdio contra o curso de Pós-Graduação em Saúde Mental e Atenção Psicossocial da Universidade Estácio de Sá, que cria especialidade de formação em &#8220;Gestor de Centros de Reabilitação e Manicômios&#8221;. Leia abaixo na íntegra. REDE NACIONAL INTERNÚCLEOS DA LUTA ANTIMANICOMIAL Nota de Repúdio ao Curso de Pós-Graduação em Saúde Mental e Atenção Psicossocial da Universidade Estácio de Sá A Rede Nacional Internúcleos da Luta Antimanicomial-RENILA, seus núcleos estaduais, demais entidades ligadas à Luta Antimanicomial e outros parceiros, vêm a público manifestar o mais veemente repúdio à realização e publicização de atividade educacional veiculada através de vídeo institucional da Universidade Estácio de Sá, que divulga o Curso de Pós-Graduação em Saúde Mental e Atenção Psicossocial (modalidade presencial e digital) colocando como produto a formação da especialidade “Gestor de Centros de Reabilitação e Manicômios&#8221;. A oferta de tal Pós-Graduação é justificada por essa Universidade, como necessária para atender ao “Novo Modelo Assistencial em Saúde Mental”. Este referido “Novo Modelo”, apresentado, oportunisticamente, mesclado com terminologias e referências à Reforma Psiquiátrica e sua Rede de Atenção Psicossocial, traz, na verdade, a lógica manicomial duramente criticada pela sociedade ao longo dos anos, incluindo as instituições para as quais a Universidade Estácio de Sá se propõe a formar gestores para o mercado de&#160;trabalho. É inadmissível que uma instituição formadora se atrele à concepções reacionárias, pautando-se nelas para o desenvolvimento de processos de ensino-aprendizagem e para orientação do exercício profissional. Nada justifica o que os faz sustentar uma transmissão que opera com concepções e lógicas que secularmente produziram e, ainda produzem, práticas de exclusão,&#160;sofrimento, violação de direitos e morte. O Sistema Único de Saúde (SUS) articula a assistência em saúde mental e o ensino na abordagem psicossocial, considerando que nela está o sentido dos conhecimentos que geram práticas por meio de uma clínica ampliada e inclusiva, com o cuidado em liberdade. Propor uma formação, em nível de Pós-Graduação para “Gestor de Manicômio” é um retrocesso declarado, diante de tudo o que já se avançou com a concepção da Reforma Psiquiátrica Antimanicomial Brasileira e a Política Nacional de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas, que asseguram o cuidado humanizado e estimulam o protagonismo de usuários e seus familiares, de trabalhadores dos serviços da Rede de Atenção Psicossocial gestada pelo SUS em todo o país. Manifestado o nosso repúdio, solicitamos à Universidade Estácio de Sá a retirada da peça de marketing de seu site nacional, assim como, que reveja o desastroso conteúdo teórico metodológico que apresentam no intitulado Curso de Pós-Graduação em Saúde Mental e Atenção Psicossocial. Enfatizamos que as entidades que subscrevem este documento trabalham incessantemente por mudanças nas relações da loucura com a sociedade, e nesta luta, o lugar dos profissionais é constantemente questionado para que os mesmos tenham uma atuação que os levem a reinventar cotidianamente seu trabalho, dentro das diretrizes de seus códigos de ética profissionais, mas direcionando-os contra a manutenção da pesada e mortífera engrenagem de segregação que várias instituições representam, neste caso, os manicômios e todos os seus correlatos. Que vocês também, como entidade formadora, partilhem deste princípio norteador! #naoaoretrocessomanicomial #porumasociedadesemmanicômios 26 de julho de 2021. Subscrevem esta nota: 1.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Rede Nacional Internúcleos da Luta Antimanicomial – RENILA 2.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Associação dos Usuários dos Serviços de Saúde Mental de MG – ASUSSAM/MG 3.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Associação de Usuários e Familiares de Usuários dos Serviços de Saúde Mental de Alagoas – ASSUMA/AL 4.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Associação de Usuários, Familiares e Amigos da Luta Antimanicomial de Palmeira dos Índios/AL – ASSUMPI/AL 5.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Associação Loucos Por Você – Ipatinga/MG 6.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Coletivo Baiano da Luta Antimanicomial – CBLA/BA 7.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Fórum Cearense da Luta Antimanicomial/CE 8.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Fórum de Saúde Mental de Maceió/AL 9.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Fórum Gaúcho de Saúde Mental/RS 10.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Fórum da Luta Antimanicomial de Sorocaba – FLAMAS/SP 11.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Fórum Mineiro de Saúde Mental/MG 12.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Frente Mineira Drogas e Direitos Humanos/MG 13.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Movimento da Luta Antimanicomial/PA 14.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Movimento Pró-Saúde Mental/DF 15.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Núcleo de Estudos Pela Superação dos Manicômios – NESM/BA 16.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Núcleo de Mobilização Antimanicomial do Sertão – NUMANS/PE-BA 17.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Núcleo Estadual da Luta Antimanicomial Libertando Subjetividades/PE 18.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Associação Arte e Cultura Nau da Liberdade/RS 19.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Associação Brasileira de Ensino de Psicologia – ABEP 20.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social – ABEPSS 21.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Associação Brasileira de Médicas e Médicos pela Democracia/MG 22.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Associação Brasileira de Saúde Mental – ABRASME 23.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Associação Brasileira de Terapeutas Ocupacionais Regional Ceará – ABRATO/CE 24.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Associação Brasileira de Terapia Ocupacional – ABRATO 25.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Associação Brasileira dos Terapeutas Ocupacionais – ABRATO 26.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Associação Brasileira dos Terapeutas Ocupacionais / Rio Grande do Sul – ABRATO/RS 27.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Associação Brasileira dos Terapeutas Ocupacionais/Espírito Santo – ABRATO/ES 28.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Associação&#160;&#160;Brasileira&#160;&#160;dos&#160;&#160;&#160;&#160;Terapeutas&#160;&#160;Ocupacionais/Paraná&#160;&#160;– ABRATO/PR 29.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Associação Brasileira dos Terapeutas Ocupacionais/Santa Catarina – ABRATO/SC 30.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Associação de Familiares, Amigos e Bipolares – AFAB-Santa Maria/RS 31.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Associação de Saúde Mental de Panambi – ASSAMPA/ RS 32.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Associação de Terapia Ocupacional do Estado de São Paulo – ATOESP/SP 33.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Associação de Terapia Ocupacional do Estado de São Paulo – ATOESP 34.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Associação dos Docentes da Universidade do Vale do Rio dos Sinos &#8211; ADUNISINOS/RS 35.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Associação dos Terapeutas Ocupacionais de Minas Gerais – ATOMINAS 36.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Associação dos Terapeutas Ocupacionais de Pernambuco – ATOPE 37.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Associação dos Terapeutas Ocupacionais do Estado de Sergipe – ATOESE 38.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Associação dos Terapeutas Ocupacionais do Estado do Rio de Janeiro – ATOERJ 39.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Associação dos Usuários dos Serviços de Saúde Mental de Pelotas – AUSSMPE/RS 40.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Associação Mente Ativa – São Bernardo do Campo/SP 41.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Associação Mente Saudável de Varginha/MG 42.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Associação Metamorfose Ambulante – AMEA/BA 43.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Associação Nacional de Educação Popular na Saúde – ANEPS 44.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Associação Paulo Bandeira/AL 45.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Centro de Defesa da Vida Herbert de Souza/CE 46.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Centro de Educação em Direitos Humanos – CEDH/UNIFESP-Baixada Santista/SP 47.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Centro de Referência em Direitos Humanos Marcos Dionísio – CRDHMD/RN 48.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Clínica de Direitos Humanos/UFMG 49.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Coletiva de Luta Antimanicomial do Paraná/PR 50.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Coletiva de Mulheres que Ouvem Vozes &#8211; CMOV – Pelotas/RS 51.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Coletivo BIL &#8211; Coletivo de Mulheres Bissexuais e Lésbicas Trans e Cis 52.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Coletivo em Apoio às Mães Órfãs- BH/MG 53.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Coletivo Paraense Nós Pretas a Pretos/PA 54.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Coletivo Povaréu Sul &#8211; Arte, Saúde e Educação Popular – Pelotas/RS 55.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Coletivo Sul-Mineiro Antimanicomial Uai Basaglia/MG 56.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Coletivo Utopia Viva – Mulheres Antimanicomiais/DF 57.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Comissão Estadual de Reforma Psiquiátrica – CERP/MG 58.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Comissão Intersetorial de Saúde Mental, do Conselho Nacional [&#8230;]]]></description>
		
		
		
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		<title>Congresso Extraordinário da Fenafar aprova Carta compromisso e agenda de lutas</title>
		<link>https://sinfaerj.org.br/old/congresso-extraordinario-da-fenafar-aprova-carta-compromisso-e-agenda-de-lutas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Légora]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jun 2021 13:16:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FENAFAR E SINDICATO EM AÇÃO]]></category>
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					<description><![CDATA[O documento, aprovado durante Congresso realizado remotamente, no último dia 09 de junho, atualiza as resoluções do Congresso de 2018 e aponta uma agenda de lutas para a categoria no momento de crise pandêmica, econômica, política e democrática do país. Como sempre em sua história, a Fenafar reafirma seu compromisso com a Democracia, com o direito à Saúde, com o fortalecimento do SUS e com a valorização da categoria farmacêutica. Leia abaixo, na íntegra. Os participantes do Congresso Extraordinário da Federação Nacional dos Farmacêuticos &#8211; Fenafar, ocorrido no dia 09 de junho de 2021, em formato remoto, com o tema Democracia, Saúde e Trabalho Digno, vem a público apresentar esta carta, que expõe nossa resolução congressual e tem por objetivo atualizar as deliberações do congresso ordinário de 2018 e as ações e linhas de pensamento para esta entidade e seus 23 sindicatos filiados, ligados, entre outros ao atual momento pandêmico de forma preparatória para seu congresso ordinário que será realizado em um futuro próximo,&#160; tão logo tenhamos condições sanitárias adequadas para tal.&#160; Neste cenário, apresentamos este conjunto de posicionamentos, dirigido ao povo brasileiro, com atenção especial a categoria farmacêutica, e aos governantes e poderes legislativos nas esferas federal, estadual e municipal, manifestando prioritariamente nosso compromisso assumido de cuidarmos da vida, da ciência e dos afetos: 1- Reafirma as resoluções aprovadas no&#160;9º Congresso da Fenafar + Democracia, Controle Social &#8211; Um mundo marcado pela instabilidade política e econômica! + Saúde e Assistência Farmacêutica &#8211; Saúde Pública em tempos de barbárie, resistir é preciso! + Salário Digno, Unidade da categoria e fortalecimento da organização sindical- as táticas do movimento sindical! + Qualidade de vida/ Estado de direito! 2- Defesa intransigente da Democracia, expressada na Constituição Cidadã de 1988, do Estado democrático de direito, da soberania nacional, da integridade, garantias e direitos da pessoa humana, do trabalho digno, da saúde pública, do pluralismo político, e do direito à livre organização sindical.&#160; 3- Solidariedade aos mais de 450 mil mortos e seus familiares, que&#160; por omissão do Governo Federal vivemos com um pico assustador de mais de 4.000 mortes diárias e caminhamos neste momento para uma terceira onda derivada de uma nova variante, que tem se mostrado avassaladora em termos de contágio, podendo aumentar rapidamente nossa curva de casos e mortes, colapsando todo o SUS, já que estamos praticamente com UTIs lotadas e&#160; desabastecimento de insumos hospitalares essenciais em praticamente todos os estados.&#160; 4 – Defesa intransigente do Sistema Único de Saúde (SUS) universal, estruturada nos valores de equidade e integralidade na atenção sanitária, com um objetivo privilegiado de acesso às tecnologias terapêuticas e diagnósticas necessárias para atingir uma qualidade de saúde aceitável na base social. 5- Denuncia a atitude de lesa-pátria, do governo federal, com sua condução desastrosa e cúmplice das classes dominantes, e que nos trouxeram a um momento histórico de verdadeira barbárie.&#160; Atitudes de inimigos da democracia, do povo brasileiro, da ciência e da saúde pública.&#160; 6- Exigir dos governantes, nas três esferas de governo, a implementação de políticas públicas, como do saneamento, da moradia, da água potável, da atenção básica, da vigilância em saúde e da assistência farmacêutica, e a tomada de providências na garantia da execução de medidas sanitárias.&#160; 7 &#8211; Por atitudes concretas que valorizem a vida, interrompendo a circulação e transmissão do vírus, garantindo o direito ao auxílio emergencial digno para famílias em situação de vulnerabilidade, que permitam o isolamento e distanciamento social, com amplas campanhas educativas, pelo uso correto de máscaras, e pelo incentivo de orientações não farmacológicas. 8- Revogação da Emenda Constitucional nº 95 e pela revisão da Lei Orçamentária 2021 que contemple ao Ministério da Saúde um piso emergencial de combate a Pandemia da Covid-19.&#160; 9 &#8211; Contra as alterações nas legislações trabalhistas [Medidas Provisórias como nº 936 (Lei nº 14020/2020, que findou em 31/12/2020), MP nº1045 e nº1046, que beneficiam os empregadores por proporcionarem suspensões de contratos de trabalho, com perda de salários, suspensão do recolhimento FGTS, dificuldades de acesso ao INSS (afastamento), dentre outros.&#160; 10 – Lutar pela regulação e proteção do trabalho para enfrentar a superexploração promovida pelas relações contratuais individuais, (uberização) que aceleram a retirada de direitos, a precarização das condições de trabalho (jornadas extenuantes, ambientes insalubres, remunerações indignas) e revogação da reforma trabalhista. &#160;&#160; 11 &#8211; Pela unidade, com amplitude, nas diferentes frentes, pela valorização do trabalho farmacêutico e dignidade ao exercício da profissão farmacêutica, pela garantia dos direitos trabalhistas. 12 &#8211; Pela organização da (o) trabalhadora (e) no local de trabalho com a defesa da efetiva estabilidade de emprego para os dirigentes sindicais. Assim, esta CARTA reafirma as ações que devam ser prioritariamente defendidas por este próximo mandato: Por uma coordenação nacional única e articulada com os Estados e os Municípios na defesa das vidas e para barrar o avanço da pandemia da Covid-19, com a prevalência da ciência, pelo acesso às vacinas, medicamentos, leitos e proteção social. Por respeito ao direito da(o) cidadã(ão) à assistência farmacêutica plena e de qualidade e pelo cumprimento ao previsto na Lei nº 13.021/2014.&#160; Pela consolidação da farmácia como estabelecimento de saúde, integrante e articulada no Complexo Econômico-Industrial da Saúde, nas esferas públicas e privadas, reconhecida na pandemia, no Brasil e no mundo, como atividade essencial para a sociedade, através do trabalho presencial dos profissionais farmacêuticos e suas equipes, que devem garantir o medicamento como insumo essencial à garantia do direito à saúde e à vida. Pelo direito do povo brasileiro ao licenciamento compulsório para toda e qualquer tecnologia que garanta as vidas, como para as vacinas, testes de diagnóstico e medicamentos para o enfrentamento da Covid-19. Pelo investimento em pesquisa científica, a qual viabiliza melhorias significativas para a sociedade brasileira. Além disso, a complexidade dos desafios do mundo e a Covid19, coloca a ciência cada vez mais em evidência, enaltece os pesquisadores e cientistas. Que os ganhos de produtividade assegurados pelo avanço das tecnologias, especialmente as promovidas pela chamada indústria 4.0, que acelerou muito durante a pandemia, possam assegurar a diminuição das jornadas de trabalho, e não a exclusão de milhões [&#8230;]]]></description>
		
		
		
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		<title>Congresso Extraordinário: Valorizar o SUS é garantir direito à saúde, emprego e renda</title>
		<link>https://sinfaerj.org.br/old/congresso-extraordinario-valorizar-o-sus-e-garantir-direito-a-saude-emprego-e-renda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Légora]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jun 2021 13:15:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FENAFAR E SINDICATO EM AÇÃO]]></category>
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					<description><![CDATA[O Congresso Extraordinário da Fenafar que aconteceu nesta quarta-feira, 09 de junho, teve como tema central: Democracia, Saúde e Trabalho Digno. O cientista social e técnico do Dieese, Douglas Ferreira foi o palestrante convidado. Ele discorreu sobre o Farmacêuticos e o Complexo Econômico Industrial da Saúde, que abordou entre outros aspectos, o impacto da pandemia e dos processos de automatização e digitalização nas relações de trabalho do setor.&#160; Raio X do Complexo Econômico Industrial da Saúde Na primeira parte de sua exposição, Douglas Ferreira trouxe um panorama atualizado do Complexo Econômico Industrial da Saúde (CEIS) no Brasil. Primeiro, delimitou o conceito de CEIS, segundo o qual os serviços de saúde estão vinculados à ideia de desenvolvimento nacional, uma vez que é um setor que gera valor, renda, emprego e amplia o acesso e a qualidade dos serviços da saúde, além de aprofundar a soberania nacional e é composto por três pilares: comércio, indústria e serviços.&#160; Segundo dados levantados por sua pesquisa, em 2019 o trabalho do CEIS representava 7,5% do total da mão de obra no Brasil. Em 2020 essa proporção subiu, segundo projeção para 9%, “porque em situações de crises sanitárias há uma demanda por mão de obra vinculada ao setor”, disse. Douglas trouxe dados mostrando a curva de envelhecimento da população brasileira e chamou a atenção que sobre como a mudança demográfica vai demandar mais cuidados de saúde e, portanto, mais profissionais voltados para os serviços de saúde. Os impactos da desindustrialização A produção de riqueza, no caso do CEIS está vinculada à produção industrial (fármacos, equipamentos médicos, odonto-hospitalares). E é esse o setor do segmento que vem perdendo mais empregos e se retraindo devido ao processo de desindustrialização, destacou Douglas. Veja abaixo a tabela. A Balança Comercial deficitária neste setor, conforme mostrou o pesquisador do Dieese, revela a dependência externa que o país possui da produção de fármacos, de materiais e equipamentos e como o país não é capaz de ter uma indústria sustentável para prover pelo menos o que consome. “Dos medicamentos e produtos químicos importados 80% estão com patentes vencidas, ou seja, poderiam estar sendo produzidos no país, estimulando o fortalecimento da cadeia produtiva nacional, gerando mais independência e alterando essa balança comercial negativa”, avalia. Douglas chama a atenção sobre o papel essencial da indústria para estabilizar a prestação dos serviços para atendimento à população. “O país não ter capacidade de produção para suprir a demanda nacional gera graves problemas, como vimos agora na pandemia, quando ficamos sem respiradores por exemplo e precisamos ir ao mercado internacional para adquirir equipamentos, ficando reféns de preços e dificuldades geradas pela alta demanda e seus impactos no mercado internacional”, exemplificou. “A indústria também é o berço das inovações tecnológicas, negligenciar a indústria da saúde é negligenciar a saúde”, afirmou o pesquisador, alertando que “os farmacêuticos têm um papel essencial na indústria da saúde, seja no desenvolvimento de novas tecnologias, novos medicamentos, geração de novas patentes”. Perfil do trabalho no CEIS Douglas também trouxe dados sobre o perfil do trabalho nos diferentes setores do Complexo Econômico e Industrial da Saúde, com recorte para os profissionais farmacêuticos. Ele mostrou as disparidades na remuneração dos profissionais farmacêuticos de acordo com a área de atuação. “A média salarial da categoria no ano de 2019 foi de 3.700,00. As remunerações que estão acima da média são as atividades vinculadas diretamente à indústria. Esses são números do mercado formal”, alertou. Veja tabela abaixo sobre a distribuição da categoria por área de atuação e as diferenças salariais. Além disso, também há a disparidade salarial de gênero. O setor é comporto por 72% dos profissionais mulheres, no entanto, o salário médio das farmacêuticas é levemente menor (R$ 3.689,00) do que o recebido pelos homens farmacêuticos (R$ 3.734,00). Mais da metade dos trabalhadores estão vinculados ao comércio varejistas, com 56% da categoria trabalhando nas farmácias. Outro dado interessante trazido por Douglas é a distribuição da categoria por tamanho de estabelecimento do comércio varejista. A maioria da categoria está empregada em estabelecimentos pequenos, que possuem entre 0 a 4 funcionários (61%). E nos grandes estabelecimentos o número de farmacêuticos se reduz consideravelmente. Veja tabela. “Esse número é importante para começarmos a pensar o impacto da digitalização no setor. Como pode se dar a substituição de mão de obra. Os pequenos estabelecimentos podem ser muito impactados pelos fluxos do e-commerce, porque quem está atuando nesses espaços são as grandes redes. Assim, os pequenos estabelecimentos podem dispensar farmacêuticos e até fechar em função da mudança dos hábitos de consumo da população, que vai se voltando para o digital”. E, no cenário de flexibilização de direitos e diversidade das formas de contratação, o processo da uberização das realações de trabalho vão impactar muito nessa dinâmica de transformar os trabalhadores em plataformas. “Na compra por plataforma, por exemplo, 1 farmacêutico pode atender a um fluxo enorme de dispensação de medicamentos e podemos ver como a tecnologia está impactando as relações de trabalho”, explica Douglas. Outro exemplo do impacto da digitalização e automação trazido por Douglas, foi a dinâmica das poli-farmácias. “Numa das entrevistas que realizamos discutimos como a poli-farmácia na pandemia foi substituída por um software que conseguia fazer a interação dos medicamentos num mesmo paciente”. Ou seja, num processo de adaptar a infraestrutura do serviço de saúde para a demanda que se tinha. Em alguns lugares, ao invés de contratar mais farmacêuticos, o hospital ou serviço de saúde adotou ferramentas digitais que faziam cálculos de interação medicamentosa, o que diminuiu a quantidade de contratação de farmacêuticos. Veja tabela com as probabilidades da digitalização e automação por perfil profissional no Complexo Econômico Industrial da Saúde. Ao abordar os impactos da pandemia sobre o trabalho no setor, Douglas traz um dado desolador. O número dos desligamentos por morte dos empregados celetistas que atuam no segmento da saúde cresceu assustadoramente entre o 1º trimestre de 2020 e o 1º trimestre de 2021. Veja Tabela: Desafios Douglas alerta que todo esse processo ocorre no contexto de precarização das relações trabalhistas, impostas por leis que retiraram [&#8230;]]]></description>
		
		
		
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		<title>Congresso Extraordinário prorroga mandato da diretoria da Fenafar</title>
		<link>https://sinfaerj.org.br/old/congresso-extraordinario-prorroga-mandato-da-diretoria-da-fenafar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Légora]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jun 2021 13:12:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FENAFAR E SINDICATO EM AÇÃO]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta quarta-feira, 09 de junho, aconteceu o Congresso Extraordinário da Federação Nacional dos Farmacêuticos. Realizado em formato virtual, reuniu representantes de sindicatos filiados de todo o país para discutir Democracia, Saúde e Trabalho Digno.&#160; Convocado de forma extraordinária em função das restrições impostas pela pandemia, o Congresso é uma “construção coletiva entre a diretoria e os sindicatos”, destacou o presidente da Fenafar, Ronald Ferreira dos Santos, na abertura. “Neste momento em que nos encontramos em situação de luto, a vida exigi de cada um de nós a luta, a resistência. E foi neste espírito que a diretoria da Fenafar junto com os sindicatos convocou esse congresso extraordinário para viabilizar o debate e as questões da organização e luta da categoria farmacêutica”.&#160; Ele também prestou uma homenagem aos que perderam suas vidas. “A melhor homenagem que podemos fazer é reafirmar o compromisso de luta que nós aprovamos no nosso último Congresso em torno de vida digna, salário digno, em torno da democracia e da vida do povo e que nós trazemos como tema desse congresso extraordinário”, afirmou Ronald. A mesa diretora do Congresso Extraordinário foi composta pelo presidente da Fenafar, pelo vice-presidente, Fábio Basílio, e pela secretária-geral, Maria Maruza Carlesso.&#160; Cerca de 100 pessoas participaram do Congresso Extraordinário entre delegados, observadores e convidados, que discutiram três pontos de pauta.&#160; O primeiro foi a palestra proferida pelo cientista social e Técnico do Diese, Douglas Ferreira, sobre Farmacêuticos e o Complexo Econômico Industrial da Saúde, que abordou entre outros aspectos, o impacto da pandemia e dos processos de automatização e digitalização nas relações de trabalho do setor.&#160; O segundo ponto de pauta foi a apreciação da solicitação de prorrogação do mandato da diretoria e o adiamento do Congresso da Fenafar, e o terceiro a deliberação da carta, de uma agenda com compromissos de luta do último congresso e atualizando com os desafios do momento. A maioria dos delegados votou pela prorrogação do mandato e pelo adiamento do Congresso, conforme gráficos abaixo. Ao final também foi aprovada um documento com a atualização da agenda de lutas e os compromissos da Federação até o próximo Congresso.&#160; Da redaçãoPublicado em 10/06/2021]]></description>
		
		
		
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		<title>Fenafar e Sinfar-SP apoiam a Paralisação Nacional dos Residentes em Saúde</title>
		<link>https://sinfaerj.org.br/old/fenafar-e-sinfar-sp-apoiam-a-paralisacao-nacional-dos-residentes-em-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Légora]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 May 2021 19:04:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FENAFAR E SINDICATO EM AÇÃO]]></category>
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					<description><![CDATA[Residentes realizaram assembleia para discutir as condições degradantes de trabalho a que estão expostos e o descaso dos Ministério da Saúde e aprovaram uma paralização nacional. Em Plenária Nacional realizada 03/05 no Fórum Nacional de Residentes em Saúde foi deliberada a paralização das atividades a partir de 04/05. Os residentes lutam pela regularização das bolsas e auxílios em atraso, vacinação aos residentes e todos os trabalhadores da saúde contra COVID-19 a reativação da Comissão Nacional de Residentes Multiprofissionais em Saúde (CNRMS). O abandono do Ministério da Saúde tem levado os residentes a exaustivas jornadas de trabalho sem equipamento de proteção individual e coletiva adequados. Os residentes em saúde contam com apoio irrestrito da Fenafar e do SINFAR-SP na luta por melhores condições de trabalho. Publicado em 19/05/2021Foto: Divulgação &#8211; Congresso em Foco]]></description>
		
		
		
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		<title>Fenafar realizará congresso extraordinário: Democracia, Saúde e Trabalho Digno</title>
		<link>https://sinfaerj.org.br/old/fenafar-realizara-congresso-extraordinario-democracia-saude-e-trabalho-digno/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Légora]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 May 2021 17:13:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FENAFAR E SINDICATO EM AÇÃO]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a participação de representantes dos sindicatos filiados, evento vai discutir Democracia, Saúde e Trabalho Digno e debaterá a prorrogação do mandato da atual gestão e o adiamento do seu 10º Congresso. Evento acontecerá nos dia 09 de junho. Os Congressos da Federação Nacional dos Farmacêuticos são o espaço máximo de exercício da democracia sindical, momento em que farmacêuticos e farmacêuticas de todo o Brasil se reúnem para discutir a situação política, os desafios da profissão farmacêutica, os rumos da saúde pública no país e aprovar uma agenda de lutas e um elenco de resoluções que guiam a ação da Federação. O Congresso da Fenafar é um momento de mobilização da categoria. Começa muito antes da sua etapa final &#8211; nacional. Ele se inicia em cada cidade, com o debate nos sindicatos, associações e universidades em torno dos documentos que subsidiam os temas pautados. Nas plenárias estaduais, são eleitos representantes com direito à voz e voto na etapa nacional. Mas, com as restrições impostas pela pandemia, as necessidades de prevenção e, também, como somos uma categoria que está na linha de frente do enfrentamento ao covid, todo esse processo de debates fica inviabilizado. Foi a partir dessa análise que o Conselho de Representantes da Fenafar decidiu, em reunião realizada em abril, realizar um Congresso Extraordinário, com delegados e delegadas indicados pelos sindicatos filiados, para adiar a realização do 10º Congresso da entidade e prorrogar o mandato da atual gestão. O Congresso Extraordinário acontecerá no dia 09 de junho de 2021, das 19 às 21h30, em formato online. A pauta do Congresso será: a) Palestra sobre Democracia, Saúde e Trabalho dignob) debate e votação sobre adiamento do 10º Congresso da Fenafarc) debate e votação sobre a prorrogação do mandato da atual gestão (2018/2021)d) leitura, debate e aprovação da Carta do Congresso Extraordinário da Fenafar “Esse é um momento em que nosso foco principal, nossa atenção, tem que estar voltada para a defesa da vida. Nossa luta é para garantir vacina para todos e todas, é garantir equipamentos e medicamentos que estão em falta em hospitais e postos de saúde em todo o Brasil. É orientar a população a manter o máximo possível medidas de distanciamento social, protocolos de higienização, uso de máscaras. Estamos lutando contra um vírus e contra um presidente que trabalha como um propagador da doença. Dessa forma, decidimos adiar nosso congresso neste momento”, explica o presidente da Fenafar, Ronald Ferreira dos Santos. Mesmo sendo convocado para adiar o Congresso e prorrogar o mandato, o Congresso Extraordinário terá um debate com especialistas para discutir o tema Democracia, Saúde e Trabalho Digno. “Essa é a marca da nossa Federação, debater temas contemporâneos, de forma aprofundada, para formar nossas lideranças e qualificar ainda mais a atuação política dos sindicatos. Então, não poderíamos deixar de fora um debate político com os participantes”, diz Ronald. Para debater o primeiro tema da pauta, estão sendo convidados economistas, cientistas e gestores que estão no centro das discussões sobre os impactos da pandemia no Brasil. Fique de olho na programação confirmada pelo site e redes da Fenafar. Para participar: Cada sindicato da base da Fenafar terá direito a indicar um (1) representante (delegado ou delegada) que terá direito a voto no Congresso Extraordinário.Os sindicatos devem enviar no período de 20 a 31 de maio, através de ofício à diretora da Fenafar, a indicação do nome para representação com direito a voz e voto. Importante que seja indicado um representante titular, e um suplente. Além dos participantes com direito a voto, os sindicatos filiados terão direito a indicar até cinco (5) convidadas e convidados com direito a voz, para participar do congresso extraordinário. A lista dos participantes deve ser enviada à Fenafar até o dia 31 de maio de 2021. Os atuais diretores da Fenafar participam do congresso extraordinário com direito a voz. Calendário Eleitoral 20 a 31/05 – Oficiar a Fenafar, o nome da/o delegada/o que fará a representação do sindicato, e lista de até 5 convidados por sindicato filiado.06 a 08/06 – Organização dos documentos e envio do link de acesso das/os delegadas/os e convidados Para mais informações (11)&#160;3211-2201 / (11)&#160;95307-7694 Da redaçãoPublicado 18/05/2021]]></description>
		
		
		
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		<title>Automedicação, prática combatida pelos farmacêuticos!</title>
		<link>https://sinfaerj.org.br/old/automedicacao-pratica-combatida-pelos-farmaceuticos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Légora]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 May 2021 17:11:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FENAFAR E SINDICATO EM AÇÃO]]></category>
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					<description><![CDATA[No dia 16/05/2021, foi dada publicidade de denúncia, no programa dominical Fantástico, sobre a famosa empurroterapia e o que ocorre nos bastidores do marketing farmacêutico. Denúncia esta que para nós, farmacêuticos e, sobretudo representantes das classes trabalhadoras, não tem nada de novo. A prática de vendas adicionais de medicamentos similares, genéricos, medicamentos isentos de prescrição e até mesmo referência é uma realidade há anos. São medicamentos com comissões especiais e às vezes altas premiações para quem vende mais.&#160; Foi observado que a matéria em si mostrou apenas uma parte da cadeia logística da propaganda da indústria farmacêutica, que no mundo, sua lucratividade perde apenas para a indústria bélica. Infelizmente, a matéria não apresentou à pressão da propaganda farmacêutica nas visitações médicas com distribuições de diversos benefícios a categoria prescritora, como viagens internacionais, participações em congresso, vouchers em restaurantes. As farmácias são apenas a ponta do iceberg desta logística e a pressão recai sobre os todos trabalhadores destes estabelecimentos com as metas sob pena de demissão, caso as mesmas não sejam alcançadas.&#160; Lembramos que em 2014, as farmacias passaram ao patamar de estabelecimentos de saúde com a aprovação da Lei nº 13021. E tal conquista contou com a participação efetiva da Fenafar, dos seus sindicatos filiados, da categoria dos farmacêuticos e demais entidades.&#160; Assista ao vídeo do presidente da Fenafar sobre o assunto: A lei nº 13021 dispõe sobre o exercício e a fiscalização das atividades farmacêuticas, e reafirma que os serviços farmacêuticos, como orientação farmacêutica e acompanhamento farmacoterapêutico, com autonomia técnica, enfim estão consideradas atividades de responsabilidade do farmacêutico. O desempenho destas atividades pode garantir o direito do usuário a assistência integral preconizada na Lei 8080/1990, a lei orgânica do SUS. Portanto, a partir da aprovação dessa lei a farmácia ganha reconhecimento como estabelecimento de saúde, como parte integrante do sistema de saúde do país, o SUS, devendo obedecer a seus princípios e diretrizes e com a responsabilidade de garantir o acesso aos medicamentos, com uso racional. Ainda o controle social do SUS brindou a sociedade brasileira quando em 06 de maio de 2004 aprovou a Resolução nº&#160; 338, que dispõe sobre a Política Nacional da Assistência Farmacêutica. Política que destaca o papel dos farmacêuticos, da pesquisa, produção, vigilância sanitária, diagnóstico à dispensação, e respeito ao uso correto de medicamentos e que reafirma a assistência dos farmacêutica como direito de todo o cidadão brasileiro. Mas ainda vivenciamos realidade em que proprietários de farmácias ignoram e desrespeitam não apenas a autoridade técnica dos farmacêuticos, como o seu trabalho e, sobretudo, a sua dignidade e estipulam metas de vendas, aumentam sua jornada de trabalho, desrespeitam convenções coletivas e os obrigam a executarem desvios de funções sem adicionais salariais. Consideramos que o papel do medicamento e dos farmacêuticos na sociedade merece das autoridades e empregadores uma atenção maior e responsável. Principalmente no contexto atual, de negacionismo científico que impacta de forma perigosa no campo da saúde, como os movimentos anti-vacina. À Sociedade alertamos que é seu direito exigir a presença dos farmacêuticos nas farmácias, receber todas as orientações necessárias para o uso correto do seu medicamento e receber dos farmacêuticos o apoio, com respeito ao trabalho multidisciplinar dos trabalhadores da saúde, a atenção necessária ao atendimento de suas necessidades de saúde.&#160; A Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar) há 47 anos atua pela valorização do trabalho farmacêutico, pela saúde e assistência farmacêutica como direito de todo o cidadão brasileiro e a favor das vidas. Convidamos a todos acompanharem as mídias sociais da federação, bem como dos sindicatos filiados. Alguns links de acesso à atuação da Fenafar: Fenafar reafirma sua atuação pela valorização do trabalho dos farmacêuticos Não ao PL nº 5363/2020 &#8211; projeto visa implantar assistência farmacêutica remota&#160; Live pelo dia nacional dos medicamentos (05/05/2021)&#160;&#160; Linha do tempo, Farmácia estabelecimento de saúde&#160;&#160; Publicado em 17/05/2021]]></description>
		
		
		
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